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Assessoria que vale ouro: Como ajudamos no aumento de desempenho em uma frente de mina

1 de novembro de 2018 / FlowExpert

Situação

Grande mineradora do estado de Minas Gerais avançava uma frente de mina com explosivos. A operação envolvia perfurações diagonais e verticais por meio de máquinas chamadas Simba e Jumbo. As águas da broca e também as águas que brotam do chão criam sumps que precisam ser drenadas cumprindo uma série de requisitos, principalmente de segurança:

  • A bomba que faz o trabalho não pode pesar mais que 25kg por questões ergonômicas, já que são os trabalhadores que as carregam para dentro da mina.
  • Há uma altura de 50m na diagonal, e 20m na vertical onde a bomba precisa vencer a altura manométrica para  desaguar fora da mina.
  • A bomba precisa cumprir seu papel sem fazer contato direto entre a eletricidade e a mina – já que a mina contêm água.

A solução utilizada pelo cliente até então, eram bombas centrífugas acionadas por ar comprimido que trabalhavam a 3600 rpm e muitas vezes tinham dificuldades para bombear a água para a superfície, 20 metros acima.   

Problema

A velocidade do avanço na frente de mina é fator crítico para toda mineradora e qualquer ineficiência da operação significa em última instância na perda de lucros. Neste sentido, um dos problemas que mais preocupava o cliente eram as constantes paradas do equipamento. A bomba utilizada possuía uma alta rotação de 3600 rpm que frequentemente fazia com que os sólidos ficassem travados, necessitando de desobstrução e consequentemente congelando o processo. Outro ponto preocupante era a vazão indevida da bomba. A necessidade de desaguar para fora da mina a água, exigia um equipamento de vazão maior, por isso, constantes acúmulos eram causados, fazendo com que o processo de “tiros” desacelerasse.

Quando necessário realizar a substituição do equipamento por um reserva, a troca dava trabalho excessivo e preocupação, já que o transporte da bomba – que além de pesada precisava de cuidado, tratando-se de uma mina úmida onde o contato de eletricidade poderia trazer chances de explosões e riscos à segurança dos funcionários.

A Solução

Após observação realizada pela equipe de engenharia de aplicação da Tetralon, conclui-se que o ideal para aquela aplicação seria a substituição da bomba pela Wilden Stallion. O equipamento não necessita de ligação elétrica, é leve e compacto, com alças que facilitam no transporte. Além disto, a WILDEN contêm a maior vazão do mercado contra 20 mCA para um equipamento do seu peso, chegando a ser 30% maior que a da anterior. Conta também com a capacidade de bombear sólidos e usar ar comprimido contaminado por corrosão interna da linha de ar sem prejuízo acelerado às esferas.

O Resultado

A Wilden Stallion comprovou todos os benefícios oferecidos, começando com a agilidade do avanço da mina pelo aumento de tiros consequentes da vazão maior. As paradas no processo foram diminuídas pela capacidade de bombear sólidos da Wilden, evitando a colocação de bombas reservas. O problema ergonômico também foi solucionado com a substituição do equipamento que agora é mais leve, compacto e seguro, que por não necessitar o uso da eletricidade traz segurança ao processo e funcionários.

Sobre a WILDEN e a TETRALON

A TETRALON representa a WILDEN no Brasil há mais 30 anos com exclusividade, e possui grande estoque de peças, sala de testes, assistência técnica especializada e engenheiros de vendas treinados, aptos a apresentar a melhor solução para cada aplicação de bombeamento.

 



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