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Controle Microbiológico: os custos ocultos dos processos de fermentação

23 de outubro de 2019 / FlowExpert

Já é consenso na maioria das usinas sucroalcooleiras que os cabeçotes rotativos de jatos são a solução mais eficiente para o controle das colônias microbiológicas que se desenvolvem principalmente no terço superior da dorna de fermentação, onde não há presença de mosto. A utilização dessa nova tecnologia nas usinas de álcool , entretanto, gera um novo desafio, que é manter e monitorar o desempenho desses jatos para que eles continuem removendo com eficiência as sujidades.No entanto, fatores como peso e dimensões do cabeçote de limpeza, difícil acesso ao topo da dorna e risco ao operador devido acúmulo de vapores no ambiente acabam se tornando impeditivos para a devida inspeção dos cabeçotes rotativos de jatos, comprometendo seu bom funcionamento.

O desdobramento desse cenário é o maior consumo de antibióticos, ou seja, mais custos mesmo depois de ter-se investido consideráveis recursos na aplicação de tecnologias que teoricamente deveriam eliminar o problema de uma vez por todas.

A boa notícia é que alguns cases de sucesso têm demostrado que a utilização de cabeçotes rotativos de jatos com acionamento magnético externo à dorna com sensores não só eliminam esse problema como também aumentam sua vida útil conferindo payback recorde na grande maioria dos casos.

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