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Transferência de magma de açúcar: Como industriais perdem dinheiro ao utilizarem bombas mal projetadas

10 de outubro de 2017 / FlowExpert

Situação comumente encontradas nas transferências de magma de açúcar, as bombas mal dimensionadas podem ser o “calcanhar de Aquiles” da indústria de álcool e açúcar, pois apresentam desgaste frequente por abrasão, demandam troca constante de rotor e estator e ainda são ineficientes na preservação dos cristais de açúcar. Ou seja, com a eficiência de extração de açúcar reduzida, são necessários mais processos (maior custo) para remover a mesma quantidade de açúcar que uma bomba ideal atingiria nas transferências.

Agora pense no cenário (industrial) ideal: excelente rendimento com o mínimo de gastos referentes à manutenção e consumo de energia. Os três benefícios podem ser constatados na utilização de bombas de lóbulos para produção de açúcar, principalmente quando em substituição às bombas do tipo Nemo, amplamente utilizadas no bombeamento de magma, massa A, B e C das indústrias nacionais.

Os lóbulos são construídos com folga adequada para evitar a quebra dos cristais de açúcar e menor desgaste por abrasão. Dessa forma, com um bombeamento suave, fluxo linear e tolerância ao trabalho a seco, a BROQUET produz bombas ideais para esses fluidos sensíveis ao cisalhamento que não podem ter suas características alteradas após a transferência.

Um par de lóbulos internos de sincronização garante que os rotores girem com pequena distância entre si, sem contato metálico e sem esmagamento dos cristais. O resultado é uma redução significativa da quebra desses cristais com um consequente aumento dos índices de recuperação da fábrica.

Outras características ajudam a reduzir o desgaste, como o eixo de superfície endurecida na parte da prensa-gaxeta e buchas e superfícies em materiais especiais que permitem longas vidas, mesmo nas aplicações mais árduas. Em suma, utilizar a bomba correta para a transferência de magma de açúcar reflete diretamente no caixa da sua empresa.




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